Como escolher a melhor escova dental?

melhor escova dental

05/02/2021 | Por: Odonto Busca Conteúdo

Diante de tantas opções no mercado, você sabe escolher a melhor escova dental?

Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre quais são as principais características que devem ser levadas em conta na hora de tomar esta decisão.

Será o comprimento do cabo, a espessura e a quantidade de cerdas ou o tamanho da cabeça? Muitos se perguntam, ainda, se vale a pena investir em escovas específicas ou elétricas.

Todo esse cuidado se deve, principalmente, ao fato da escova dentária ser um item primordial no processo de higienização oral.

Mas vale destacar que a manutenção da saúde bucal também depende de outros fatores. Nesse texto você vai descobrir quais são eles, além de encontrar as respostas para essas e outra perguntas.

Confira o que será abordado:

Por que as pessoas se preocupam tanto em escolher a melhor escova dental

Os principais tipos de escovas de dentes

-Tradicionais

-Infantis

-Elétricas

-Ortodônticas

-Interdentais

Como escolher a melhor escova dental

Técnicas corretas para uma boa escovação

Frequência e duração da escovação

Não basta ter a melhor escova dental, é preciso usá-la da forma correta

Dicas para conservar sua escova

Por que as pessoas se preocupam tanto em escolher a melhor escova dental

melhor escova dental

O modelo da escova dental pode contribuir com a eficácia da higienização

A escova é uma importante ferramenta na higiene bucal. Tanto para garantir um hálito refrescante e um sorriso bonito, quanto para prevenir o surgimento de doenças.

É por meio da escovação que removemos os restos de alimentos que insistem em permanecer nos nossos dentes, após as refeições.

Mas sua importância não se restringe a isso. Apesar de ser uma prática simples, é essa limpeza que impede a atuação das bactérias prejudiciais para nossa saúde bucal.

Ao evitarmos o acúmulo da placa bacteriana e do tártaro, estamos consequentemente prevenindo a ocorrência de mau hálito, gengivite e cárie, por exemplo.

É por isso que existe uma intensa busca pela melhor escova dental. Para tornar esse processo ainda mais eficaz.

Os principais tipos de escovas de dentes

Mas quando chegamos ao mercado ou na farmácia e nos deparamos com aquela infinidade de opções de escovas dentárias, uma simples decisão acaba se tornando um grande desafio.

Hoje em dia existem os mais variados modelos de escovas de dentes, com diferentes tamanhos, formatos, preços, cores, estilos e promessas.

-Tradicionais

A escova de dente tradicional é a mais conhecida e utilizada. É aquela simples e básica que encontramos com facilidade em qualquer comércio local.

Mas até mesmo as escovas desta categoria apresentam variações. A começar pelo cabo. Existem opções maiores e menores, com diferentes formatos, espessuras e até mesmo intitulados ergonômicos e antiderrapantes.

A cabeça também apresenta diferenças no tamanho (pequena, média ou grande) e no formato (arrendado ou até mesmo mais comprida).

Mas a principal variedade está nas cerdas, que podem ser ultra ou extra macias, macias, médias, duras, planas, multiníveis, com pontas elevadas, em relevo ou mais finas, entre tantas outras opções.

-Infantis

Além das diferentes opções de cores e personagens, as escovas infantis também são categorizadas por idade.

Neste caso, a grande maioria conta com cabeça compacta e arredondada, já que a boca e os dentes do bebê ou da criança são pequenos.

Os cabos também costumam ser curtos e antiderrapantes para facilitar o manuseio da escova. Já as cerdas geralmente variam apenas de macia para extra macia.

Alguns modelos contam com uma trava de segurança para manter a escova a uma distância segura do fundo da boca do bebê ou até mesmo uma base para que seja mantida em pé, após o uso.

-Elétricas

escova dental elétrica

Escova dental elétrica é sinônimo de praticidade

As escovas elétricas foram inicialmente projetadas para atender pessoas com habilidades motoras limitadas e pacientes ortodônticos.

Atualmente muitas outras pessoas que não estão nesses grupos a utilizam por conta da praticidade.

Inclusive, para quem enfrenta sensibilidade dentária, essa pode ser a melhor escova dental.

Existem vários modelos no mercado, que se diferenciam basicamente pelo tipo de movimento que realizam (vibração ou rotação) e por sua velocidade.

As escovas elétricas de vibração não atingem toda a superfície do dente. Portanto, é preciso manuseá-la da mesma forma que se faz com a escova tradicional.

Já com a escova elétrica de rotação, o processo é praticamente automático, sendo necessário apenas movê-la de dente para dente.

Outra vantagem da escova elétrica é o controle de tempo, vibração e força aplicada. Além disso, as cerdas podem ser trocadas por meio de refis.

-Ortodônticas

Quem usa aparelho ortodôntico fixo, sabe o quanto os bráquetes acabam dificultando a higienização e favorecendo o acúmulo de placa bacteriana e tártaro.

Para quem se enquadra neste grupo, a escova ortodôntica pode ser a melhor escova dental. Isso porque ela possui um formato diferenciado.

Além de uma canaleta central, ela conta com cerdas em formato “V”. Isso para facilitar a limpeza, bem como torná-la mais eficaz.

Como este modelo também possui alturas diferentes, ele possibilita um maior contato das certas com a superfície do aparelho e dos dentes.

-Interdentais

Já as escovas interdentais são aquelas compridas, estreitas e com cerdas curtas, nos formatos cônica ou cilíndrica.

Elas costumam ser indicadas como complemento à escova tradicional para quem possui doença periodontal ou foi submetido à implante e prótese.

Também pode ser adotada por quem usa aparelho ortodôntico fixo, como reforço para a escova ortodôntica.

Sua principal vantagem é a facilidade de alcançar partes mais estreitas e de difícil acesso entre os dentes.

Ainda assim, é importante ressaltar que ela só deve ser utilizada se indicada pelo profissional dentista e associada a outro tipo de escova.

Como escolher a melhor escova dental

Agora que você conhece os principais tipos que existem no mercado, fica mais fácil escolher a melhor escova dental, não é mesmo?

Ou toda essa variedade te deixou ainda com mais dúvidas? Se for este o seu caso, a boa notícia é que existe uma recomendação geral.

Para pessoas que não apresentam problemas e necessidades específicas, o mais indicado é que sejam adotadas escovas com cerdas finas e macias para não agredir a gengiva.

Escovas com cabeça pequena também são excelentes opções, já que facilitam o acesso aos dentes posteriores.

Em contrapartida, as escovas dentárias com cerdas mais duras e rígidas podem ser úteis em alguns casos, como para quem usa dentadura ou prótese dentária.

Por isso, a melhor opção é, sem dúvidas, consultar o profissional dentista.

Considerando as especificidades de cada paciente, ele tem mais condições de fornecer orientações a respeito da melhor escova dental.

Técnicas corretas para uma boa escovação

a melhor escova dental

Não basta ter a melhor escova dental. É preciso saber escovar os dentes corretamente

Apesar de uma escova dental adequada ser importante no processo de higiene bucal, a maneira como a escovação é realizada também é determinante.

Escovar os dentes no automático, por pura obrigação, pode acabar comprometendo a qualidade e eficácia da limpeza bucal. E até mesmo ocasionar complicações.

É o caso das pessoas que escovam os dentes rápido demais e, consequentemente, superficialmente.

Essa prática pode acabar dificultando a remoção da placa bacteriana e favorecendo o surgimento de doenças bucais, como a gengivite ou a cárie.

Outro exemplo são as pessoas que abusam da força na hora da escovação por acreditarem que, assim, eles ficarão mais limpos.

Este hábito, aparentemente inofensivo, pode refletir em uma sensibilidade dentária ou até mesmo na retração gengival.

Frequência e duração da escovação

O recomendável é que a escovação seja realizada cerca de três vezes ao dia, sobretudo ao acordar, após a refeição principal e antes de dormir.

Lembrando que a higienização noturna merece ainda mais atenção, já que a produção de saliva diminui quando dormimos, o que facilita a ação bacteriana.

É importante ressaltar ainda que o processo de escovação deve prolongar-se por pelo menos três minutos.

Claro que esta é uma duração aproximada e que não há a mínima necessidade de acionar o temporizador.

Esta sugestão de tempo serve mais para conscientizar as pessoas de que escovar os dentes demanda empenho e atenção.

Não basta ter a melhor escova dental. É preciso usá-la da forma correta

A escovação pode ser iniciada com movimentos leves, curtos e circulares pela parte de fora dos dentes de trás e depois seguir para a superfície externa dos dentes da frente.

Sempre lembrando de passar a escova nos dentes e na linha da gengiva.

Depois, suavemente, faça movimentos de vai e vem para escovar a parte plana dos dentes posteriores, também conhecida por superfície da mastigação.

Os movimentos circulares podem ser retomados para escovar a parte interna, mas pode ser mais fácil usar a ponta da escova quando chegar nos dentes da frente.

Também vale fazer movimentos de cima para baixo, na arcada superior, e o oposto na arcada inferior, como se estivesse “varrendo a sujeira”.

Isso para garantir uma limpeza eficiente do sulco gengival, que fica entre o dente e a gengiva e pode acabar acumulando microrganismos.

Para finalizar, é preciso escovar ainda a parte interna das bochechas e, principalmente, a língua a fim de combater o mau hálito.

Dicas para conservar sua escova

O recomendável é que as escovas dentais da família não sejam guardadas juntas

As escovas devem ser lavadas antes e depois de serem utilizadas. O ideal também é retirar o excesso de água das cerdas e deixá-las na posição vertical para que sequem mais rápido.

Outra questão que deve ser observada é onde e como o objeto é guardado. O mais adequado é não deixá-lo em um local muito exposto e nem abafado demais.

Neste caso, as tampas protetoras de cerdas podem ser uma boa opção, principalmente as que têm buraquinhos para ajudá-las a “respirar”.

Vale ressaltar, ainda, que as escovas da família devem ser guardadas separadamente. Mantê-las juntas pode facilitar a disseminação das bactérias.

Além disso, o recomendável é que mesmo a melhor escova dental seja trocada a cada três meses ou assim que apresentar desgastes visíveis, como a abertura das cerdas.

Outros fatores que justificam a troca do objeto são episódios de gripe, resfriado e infecção de garganta, por exemplo. Neste caso, com o objetivo de evitar a reinfecção.

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